Evento Em Santa Maria revela o poder da jornada universitária

Elysia Facyne
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Em Santa Maria, a Descubra UFSM 2025 reuniu milhares de visitantes que pisaram no campus da Universidade Federal de Santa Maria para explorar caminhos e vislumbrar o futuro. A cidade vibrou com estudantes, professores, famílias e curiosos que se encontraram no evento para testemunhar a vida acadêmica pulsando em diversos cantos. A movimentação por entre os estandes, oficinas, exposições e conversas diretas com quem já vive a universidade evidenciou que a jornada universitária pode ser mais que uma meta — é uma experiência transformadora. O evento mostrou com nitidez que essa vivência, com seus desafios e conquistas, abre portas para a construção de identidades profissionais e pessoais.

Durante os três dias da feira, o campus da Universidade em Santa Maria transformou-se em um ambiente de passagem entre os mundos escolar e universitário. Estudantes vindos de escolas da região circulavam pelos estandes dos cursos de graduação, participavam de oficinas práticas, tiravam dúvidas com docentes e se conectavam com futuros colegas. Verificar os laboratórios, assistir a demonstrações, entender o cotidiano de cada curso trouxe clareza àqueles que ainda buscam decidir por onde seguir. Em Santa Maria, o evento permitiu que a vida universitária deixasse de ser um conceito distante e se tornasse palpável, audível e visual.

A organização da feira teve papel fundamental para que essa abertura se tornasse real. A Universidade montou mais de cento e cinquenta estandes, ofereceu transporte interno para visitantes e garantiu acessibilidade, conforto e momentos de convivência para todas as idades. Em Santa Maria, as praças de alimentação, os espaços de lazer, as apresentações culturais e científicas criaram uma atmosfera de campus viva, convidativa e acolhedora. Isso reforçou o aspecto humano da vida universitária, não só como formação técnica, mas como vivência comunitária e plural.

Além do ensino, o evento expandiu-se para a pesquisa, a extensão e a inovação, tornando-se palco para que a comunidade visse e tocasse o que costuma permanecer nos bastidores. Em Santa Maria, jovens observavam microscópios, experimentavam mini-robôs, conversavam sobre projetos que resolvem problemas reais. Essa integração direta entre o estudante e o universo da produção do conhecimento reforçou a ideia de que a vida universitária não é apenas assistir aulas, mas participar de construção, descoberta e transformação.

Para muitos visitantes de Santa Maria e região, o evento representou um momento de reconhecimento de possibilidades. Ver o que a universidade oferece fez despertar sonhos antes adormecidos, alterou trajetórias e estimulou novas ambições. O contato com estudantes, professores e servidores que atuam cotidianamente na instituição trouxe relatos reais sobre os desafios, as vitórias e os percursos da vida universitária. Essa aproximação reforçou no público que ingressar na universidade não é o fim, mas o começo de uma nova fase de busca e crescimento.

A multidão que circulou pelo campus em Santa Maria avaliou a experiência como motivadora e esclarecedora. Pais acompanharam filhos que vivenciavam pela primeira vez o ambiente universitário, diretores de escolas observaram novas formas de aprendizagem, professores conversaram sobre a evolução dos cursos e jovens refletiram sobre a escolha de carreira. A vida universitária ganhou forma concreta diante daqueles que ainda estavam por decidir seu caminho. A feira mostrou que a universidade é também espaço de convivência, de troca, de identidade.

Essa iniciativa em Santa Maria revela também que o papel da Universidade está além dos muros acadêmicos. A conexão entre comunidade externa e interna foi forte durante os dias do evento, e as relações humanas se tornaram parte do relato da vida universitária. Ver, perguntar, experimentar, conviver — tudo isso tornou-se parte da narrativa. A Universidade se fez visível, acessível, e ressignificou-se na cidade, e a vida universitária foi apresentada como uma aventura de cultura, de ciência, de convivência e de futuro.

Ao final, a feira em Santa Maria deixou um legado que ultrapassa os dias de visitação. O envolvimento dos participantes, as trocas de olhar, o despertar de novas aspirações e o fortalecimento da comunidade acadêmica e externa sinalizam que a vida universitária reflete sonhos e responsabilidades. A abertura ao público, as experiências práticas, o diálogo direto e o encontro de diferentes gerações transformaram o evento em um momento de virada para muitos. Em Santa Maria, a jornada universitária ganhou rosto, voz e corpo.

Autor: Elysia Facyne

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