Como comenta o Dr. Haeckel Cabral, a ptose palpebral é uma condição que altera a posição da pálpebra superior e pode mudar completamente a expressão do rosto, além de interferir na visão em alguns casos. A chave está em identificar a origem do problema antes de pensar em cirurgia, porque nem todo olhar pesado se resolve com blefaroplastia. Se você quer entender e escolher o tratamento mais adequado, continue a leitura e agende uma avaliação especializada para confirmar o diagnóstico.
Quais são as diferenças entre ptose e blefaroplastia estética?
A confusão mais frequente acontece entre ptose palpebral e excesso de pele na pálpebra, que é o quadro típico tratado pela blefaroplastia estética. A blefaroplastia remove pele excedente e, quando indicado, ajusta bolsas de gordura para melhorar o contorno. Já a ptose palpebral envolve a queda da própria pálpebra por alteração do músculo levantador ou de sua ligação funcional, exigindo correção do mecanismo de elevação.
Em outras palavras: blefaroplastia trata sobras de pele e bolsas; ptose palpebral trata posição e força da pálpebra. É por isso que, em alguns pacientes, retirar pele pode melhorar o aspecto, mas não resolve a assimetria ou a queda verdadeira. Em contrapartida, corrigir a ptose sem considerar excesso de pele pode não entregar o refinamento estético esperado, quando a flacidez é relevante. Como menciona o Dr. Haeckel Cabral, a diferença entre um resultado apenas mais leve e um resultado realmente bem corrigido está no diagnóstico preciso e no plano cirúrgico coerente com a causa.
Como é feita a avaliação que diferencia estética de função?
A avaliação de ptose palpebral combina observação clínica e medidas específicas. O exame geralmente considera simetria, altura da margem palpebral em relação ao olho, posição da sobrancelha, qualidade da pele e função do músculo levantador. Também se analisa se há compensação pela testa e se a queda compromete o campo visual, especialmente quando a pálpebra encosta na linha da pupila.

Outro ponto relevante é o estado da superfície ocular. Olho seco, irritações ou sensibilidade aumentada podem influenciar a estratégia cirúrgica e os cuidados depois. Tendo como referência uma conduta segura, a avaliação não busca apenas “abrir mais o olho”, mas ajustar altura e contorno com naturalidade, preservando conforto e proteção ocular.
Durante esse processo, como pontua o Dr. Haeckel Cabral, o objetivo é equilibrar os dois lados e devolver harmonia ao olhar, sem exageros que comprometam fechamento palpebral, expressão e conforto.
Quando associar a blefaroplastia?
Quando o diagnóstico confirma ptose palpebral, o tratamento mais efetivo costuma ser cirúrgico, com técnicas que reposicionam e fortalecem a elevação da pálpebra. A escolha depende da causa e da função do músculo levantador. Em casos com boa função muscular, é comum ajustar a estrutura responsável pela elevação para recuperar altura e simetria. Em quadros com função mais limitada, outras técnicas podem ser consideradas para alcançar um resultado estável e seguro.
A associação com blefaroplastia estética pode ser indicada quando, além da ptose, há excesso de pele que pesa sobre a pálpebra. Nessa combinação, cada etapa cumpre um papel: uma corrige a posição; a outra refina o contorno removendo sobra de pele. Dessa forma, evita-se o erro de tentar resolver tudo apenas retirando pele, quando o mecanismo de elevação está comprometido.
Segundo o Dr. Haeckel Cabral, a melhor abordagem é aquela que respeita a anatomia e entrega um olhar descansado, simétrico e natural, sem transformar a face em algo rígido ou artificial.
Conheça as diferenças para tomar a decisão correta!
Como conclui o Dr. Haeckel Cabral, a ptose palpebral é uma queda verdadeira da pálpebra por alteração do mecanismo de elevação, enquanto blefaroplastia estética trata excesso de pele e bolsas. A decisão correta depende de avaliação técnica, porque procedimentos diferentes entregam melhorias diferentes.
Autor: Elysia Facyne
