De acordo com Aldo Vendramin, a tecnologia a serviço do deslocamento seguro e eficiente tem se tornado um dos pilares centrais da mobilidade moderna, especialmente em um contexto urbano marcado por crescimento populacional, aumento da frota de veículos e pressão constante sobre a infraestrutura viária. O deslocamento deixou de ser apenas um desafio logístico e passou a envolver segurança, fluidez, sustentabilidade e qualidade de vida.
A seguir, descubra por que segurança e eficiência no deslocamento começam com decisões tecnológicas bem aplicadas.
Como a tecnologia a serviço do deslocamento seguro e eficiente melhora a segurança viária?
A tecnologia a serviço do deslocamento seguro e eficiente contribui diretamente para a redução de acidentes ao permitir monitoramento contínuo do tráfego e identificação de comportamentos de risco. Sistemas como radares inteligentes, lombadas eletrônicas e sensores viários ajudam a controlar a velocidade, organizar fluxos e prevenir situações críticas antes que se tornem acidentes.

Segundo o empresário Aldo Vendramin, essas tecnologias atuam preventivamente. Ao invés de agir apenas após ocorrências, elas criam um ambiente de condução mais previsível, no qual motoristas ajustam seu comportamento naturalmente. A segurança deixa de depender exclusivamente da fiscalização humana e passa a ser apoiada por dados e automação.
De que forma a tecnologia aumenta a eficiência dos deslocamentos?
A eficiência no deslocamento está diretamente relacionada à capacidade de reduzir tempo, consumo de recursos e desgaste da infraestrutura. Tecnologias aplicadas à mobilidade permitem otimizar semáforos, redistribuir fluxos e orientar condutores por rotas mais adequadas, evitando congestionamentos desnecessários. Esse uso inteligente da tecnologia melhora a experiência do usuário e aumenta a capacidade das vias sem necessidade de grandes obras. Além disso, contribui para reduzir custos operacionais e impactos ambientais.
Com sistemas integrados, gestores conseguem analisar padrões de tráfego e ajustar operações conforme horários de pico, eventos ou mudanças sazonais. Conforme explica Aldo Vendramin, isso resulta em deslocamentos mais fluidos, menor tempo parado no trânsito e melhor aproveitamento da malha viária existente. A gestão baseada em dados permite respostas mais rápidas a imprevistos. Como consequência, o sistema viário torna-se mais previsível e confiável.
Quais desafios ainda existem na adoção dessas tecnologias?
Apesar dos avanços, a implementação de soluções tecnológicas ainda enfrenta desafios relevantes. Como destaca Aldo Vendramin, um dos principais entraves está na integração entre sistemas distintos, muitas vezes operados por órgãos diferentes. A ausência de interoperabilidade limita o potencial da tecnologia, já que a fragmentação de dados dificulta análises mais completas e decisões coordenadas. Com isso, soluções que poderiam ser altamente eficazes acabam operando abaixo de sua capacidade real.
Aldo Vendramin também aponta a aceitação social como um desafio significativo. Parte da população ainda associa as tecnologias viárias exclusivamente à fiscalização e à punição, sem compreender seu papel preventivo e organizador. A falta de uma comunicação clara sobre seus objetivos tende a gerar resistência e comprometer a efetividade das soluções. Quando o propósito não é bem explicado, a percepção pública se torna negativa, reduzindo o engajamento e enfraquecendo o impacto educativo dessas tecnologias.
Por fim, pode-se concluir a importância do planejamento de longo prazo. Para que os benefícios sejam duradouros, a tecnologia deve estar integrada a uma estratégia consistente de mobilidade, e não ser utilizada de forma isolada. Sem alinhamento entre infraestrutura, gestão e inovação, os resultados permanecem pontuais e pouco estruturais. É o planejamento contínuo e integrado que transforma a inovação tecnológica em política pública efetiva.
Autor: Elysia Facyne
